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Os pesquisadores Mick Bakhle e Rod Flower são autores de uma carta publicada no British Journal of Pharmacology, homenageando o Prof. Sergio Ferreira.

Resumo do INFLAMMA I

O Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias (CRID), junto ao Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP, realizaram a primeira edição entre os dias 9 e 11 de Junho de 2015.

First International Symposium on Inflammatory Diseases - INFLAMMA.

O Simpósio ocorreu no Espaço de Eventos – Bloco Didático da Faculdade de Medicina, na USP de Ribeirão Preto.

Sociedade cientí­fica de inflamação é criada no Brasil

Fundada em 6 de de Dezembro de 1999, a Sociedade Brasileira de Inflamação, SBIn (pronuncia-se “esse-bin”), há pouco tempo atrás foi relançada. A reabertura teve caráter oficial durante o 1° Simpósio Internacional Sobre Doenças Inflamatórias, evento conhecido como INFLAMMA, que aconteceu na Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto entre 9 e 11 de junho, no ano de 2015. A ocasião reuniu pesquisadores de diversas áreas das ciências biomédicas com interesse específico em processos inflamatórios.

Zika é capaz de modular inflamação no cérebro, indica estudo

Ao analisar o cérebro de camundongos recém-nascidos, expostos ao Zika durante a gestação, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) observaram que o vírus é capaz de modular a resposta imunológica no sistema nervoso central do hospedeiro, de modo a impedir uma inflamação exacerbada que lhe seria prejudicial.

Enzima ajuda bactérias a se defenderem de oxidantes gerados pelo sistema imune

Uma pesquisa apoiada pela FAPESP e conduzida na Universidade de São Paulo (USP) em colaboração com outras instituições de pesquisa nacionais e internacionais, revelou novos aspectos relacionados ao mecanismo de ação da enzima Ohr (proteína de resistência a hidroperóxidos orgânicos, na sigla em inglês), que confere a diversas espécies de bactérias a capacidade de neutralizar substâncias oxidantes liberadas pelo sistema de defesa do organismo hospedeiro – seja ele planta ou animal.

Nanocápsulas com anti-inflamatório reduzem tumor cerebral maligno em camundongos

Qualquer medicamento administrado contra doenças cerebrais precisa enfrentar um escudo natural até chegar ao cérebro: a barreira hematoencefálica, uma estrutura de permeabilidade altamente seletiva que protege o sistema nervoso central de substâncias potencialmente neurotóxicas presentes no sangue. De acordo com especialistas, 98% dos medicamentos não conseguem ultrapassá-la – e aqueles que o fazem, em geral, necessitam ser administrados em altas concentrações e podem causar efeitos adversos graves.

Grupos da USP descrevem nova estratégia de combate à sepse

Em um artigo publicado na revista Scientific Reports, em outubro, pesquisadores brasileiros descreveram uma nova estratégia para combater a inflamação e reduzir a mortalidade de pacientes com sepse: a inibição de uma enzima chamada tioredoxina redutase
(TrxR-1, na sigla em inglês).